A vida é bem mais perigosa que a morte
E chegaremos ao outro lado
Se tivermos sorte..
Viver ou morrer?
Eis a questão...
Viver ? Morrer ?
Que isso ?
Viver então, morte não
Ou seria morte em vão?
Me sinto em processo de auto-destruição
Sem chão...
Vagando pelo precipicio da saudade (que arde)
Esperando a volta da felicidade, irmão
E agora eu...
Esse trem desgovernado
Que arrebenta tudo em volta
E aguenta essa destruição calado
Desencadeando velhos fatos
Que o tempo assassinou
Mas em mim ainda vive
Da minha memoria ele não tirou
Contrito, contido e concentrado
Complexo, contudo condensado
Falso Robusto, na verdade um fraco
Se fosse forte já teria mudado
Agito, inflamo e grito
Sem ninguém mais esperar
Antes que o dia termine...
Antes que a vida termine...
Cadê o caminho da volta?
Espero um dia encontrar ...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
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